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COMO NÃO PERDER SEUS PARCEIROS PARA CONCORRENTES!

30/01/2026 · 11 min

Esse conteúdo serve para vendas na construção civil e para qualquer área que dependa de relacionamento, presença e timing. Aqui não é sobre insistência. É sobre processo, leitura de comportamento e cuidado com a base de contatos. Ao longo do vídeo eu explico: • como funciona a cadência no networking • a importância de cuidar da base, não só buscar novos contatos • quantas vezes faz sentido visitar o mesmo arquiteto • como manter presença sem ser invasivo • por que muitas vendas não acontecem na primeira conversa Remarketing não é insistência. É memória, recorrência e posicionamento profissional. Quer aprender outros métodos práticos de prospecção, vendas e posicionamento na construção civil? Acesse o link da minha mentoria: 🔗 https://pag.ae/81s2jTyhR Inscreva-se no canal, ative o sininho e acompanhe os próximos conteúdos sobre vendas, networking e relacionamento profissional na construção civil 🚀

O que o Diego diz neste vídeo

Transcrição completa — dá para ler em vez de assistir.

Você já ouviu falar da palavra cadência? Eu vou te mostrar como que você utiliza essa palavra tão poderosa dentro do cenário de network com arquiteto e porque que isso é fundamental para você performar cada vez mais. Fala, turma, Diego aqui do Venda na Obra. Seja bem-vindo ao nosso canal. você que tá chegando

agora ou mesmo você que já vem me acompanhando aqui algumas semanas, porque a gente tá com um canal novo aqui e eu tô de corpo e alma para mostrar para vocês como eu atingi resultados na área de construção civil em vendas, principalmente com network e com arquiteto. E como que eu quero agora

replicar isso para que você também [música] atinja os teus resultados e aí sim a gente consiga cada vez mais atingir os nossos objetivos em vendas e sim, porque não mudar de vida porque vendas muda completamente a nossa vida. Bom, vamos lá. Começando com tudo aqui, galera. Quando a gente fala sobre relacionamento, quando

a gente fala sobre networking [música] cometo, é muito importante a frequência. Eu fiz um vídeo agora anterior falando justamente sobre a necessidade que o network tem, que muita gente fala palavra network, mas muita gente nem sabe qual é o conceito exatamente disso, de gente ter ali a maturidade, a conexão e o tempo

de maturação para que a gente se conecte, se conheça e comece a confiar um no outro. E olha que [música] interessante, existe um erro que eu vejo que muitos vendedores cometem hoje, que é o erro de você começar a disparar, querer se conectar com todo mundo e você não cuidar da sua base.

Eu vou dar um exemplo para você aqui que acho que você vai entender perfeitamente onde eu vou querer chegar. Imagina o seguinte, você tem um restaurante, cliente veio, olhou na placa do teu restaurante e entrou e [música] sentou na mesa. Sabe o que que muita gente faz? Em vez de cuidar daquela pessoa

que tá sentada na mesa lá, que ela já comprou a tua ideia ou comprou a tua marca e tá querendo ser atendido, tem muita gente que tá lá do lado de fora ainda prospectando novas pessoas. Ou seja, ela simplesmente não tem direção. Ela tá querendo pegar todo mundo como se as pessoas tivessem

as mesmas dores e os mesmos interesses ou os mesmos objetivos e querer trazer todo mundo para perto dela, achando que todo mundo vai dar resultado. E não é o que acontece. E aí vindo um outro ponto aqui, a gente fala muito disso no marketing. Muitas vezes o marketing ele não cuida da base

que ele tem e ele tá sempre querendo prospectar novas pessoas. é tráfego pago, é gente que tendo que chegar todo dia e não faz ali o remarketing ou não cuida da base. E isso eu vejo muita gente fazendo com os próprios arquitetos. Eu vou fazer uma pergunta para você. Você que trabalha com

arquitetura, quantos arquitetos você visitou no ano de 2025? Agora eu vou fazer uma outra pergunta para você mais difícil. Quantos arquitetos você visitou várias vezes ao longo do ano? É mais fácil a gente ter uma perspectiva [música] de quantos arquitetos a gente abordou via Instagram ou que chamou para conversar ou tentou marcar

uma reunião do que aqueles que a gente manteve e cuidou da base. Você sabe por quê? Porque é natural o nosso. Olha, quanto mais eu tiver, maior a minha chance de vender para eles. E não é. Deixa eu te falar uma coisa, você não precisa de 30, 40 [música] arquitetos na tua carteira.

você precisa de cinco, quatro, seis, nem muito acima, nem muito abaixo disso. Você sabe por quê? Porque [música] arquiteto ele tem recorrência de orçamento. Então, quando você cuida desses [música] arquitetos, cuida, se conecta com ele, mantém frequência de relacionamento, como eles [música] têm a recorrência de projeto, é natural que ele gere recorrência

de orçamento para você. Então o que você pode fazer a partir de hoje, a partir do término desse vídeo, é parar de disparar [música] mensagem para todos os arquitetos que você conhece e você montar um plano, você escrever realmente 5 6 10. Vamos pegar aqui, ó, 10 para você poder atender ali 4,

coloca 10 arquitetos. Escreve quais são os 10 arquitetos que você entende que pode te gerar negócio. Quando eu falo a palavra entende, eu não estou falando pegar o arquiteto bam bam bam, que é o melhor da cidade com obra de milhões. Eu não tô falando isso, porque de repente esse arquiteto tá ignorando

o teu trabalho e você não vai conseguir chegar nele, porque network é uma escadinha, [música] tá? Você dificilmente sai daqui e bate lá no teto para falar com a pessoa que é o bamban. se você tá começando agora, então o que você pode fazer é [música] listar os arquitetos que você entende que

pode te trazer resultado, que são pessoas que pensam de uma forma parecida com o serviço que você entrega. O meu produto, o meu serviço atende aquele [música] perfil de arquiteto, ou melhor, atende o perfil de clientes daquele arquiteto. Ou então é um arquiteto que eu já converso com ele, mas é um arquiteto

que a cada três qu meses me manda o orçamento. Se ele te manda o orçamento de [música] vez em quando, é porque ele tem um determinado nível de interesse no teu negócio, no teu serviço. E por que não todo mês? Será [música] realmente que ele é um arquiteto de poucos projetos? Que também

é normal. Tem muito arquiteto de alto padrão hoje que faz poucos projetos por ano, porque ele tem um ticket muito alto no projeto dele, mas não é o comum disso acontecer, principalmente quando a gente tá entrando agora na área de vendas, quando a gente tá começando, a gente quer montar ali uma carteira,

que muitas vezes é mais fácil você focar no arquiteto [música] recém formado, que tá ávido por informação, do que naquele arquiteto que já tem um tempo de carreira, já tem os parceiros definidos, é um arquiteto que já não tem tanto interesse mais em saber tecnicamente quais são as novidades. ou mesmo tecnologia. [música]

Então você faz essa lista de arquitetos e você monta um plano de ação. Como que você pode montar esse plano de ação? Visitas periódicas. Lembra da cadência que foi a primeira frase que eu falei para você? Cadência, você manter um contato de em torno de 45 [música] dias. Então é muito importante que

esses arquitetos que você vai listar e que você vai se conectar, que você pergunte para eles: "Olha, fulano, eu estou começando um trabalho agora de [música] informação técnica no setor, estou querendo educar o nosso setor porque falta muita informação nele." Para isso, a gente montou que a cada 45 dias eu preciso estar

dentro do teu escritório para te explicar tecnicamente como é que funciona isso aqui. Você tem interesse que a gente agende essas visitas? Se ele virar para você e falar assim, cara, ele entregou faca e o queijo na tua mão. É um parceiro que quer aprender sobre [música] o seu negócio. Então, sabe o

que você vai fazer? Você vai pegar os teus serviços, os teus produtos e você vai montar pequenas visitas técnicas e rápidas. Não vai a cada 45 dias para passar 1 hora e meia lá dentro. A não ser [música] que crie uma amizade, cria uma conexão fora dos negócios, mas se é uma pessoa

com interesse comercial, que o interesse dela também é exclusivamente comercial, são visitas de 15 a 20 minutos no máximo, tá? Isso é para ele não perder performance e você não se tornar um incômodo para ele. Você já imaginou [música] o arquiteto aceitar a tua visita e toda vez você tá lá ocupando o

tempo dele, fica lá e começa a falar de política, começa a falar de outras coisas, vai chegar uma hora que vai virar um saco na tua visita. Então, para que isso não aconteça, você tem que aprender a ser mais a sintetizar a tua visita e ser mais rápido. Então, vamos lá. Montou o

plano de ação, você pega aí três produtos que você tem. O que que é importante o arquiteto saber sobre esse serviço, sobre esse produto que eu faço? E aí você vai dosar isso daí. Então, quando você visitar ele, você vai realmente apresentar, você vai se conectar com ele, obviamente, falando de outros assuntos.

É 5 minutos, gente. Quer se conectar com o arquiteto, quer falar sobre qualquer outro assunto, é 5 minutos. A partir disso daí é negócio, é explicação. Você vai sentar com ele, você vai explicar sobre o seu produto e no final entender se ele ficou ou não com alguma dúvida. E aí o que

que você vai fazer no final, que é o que muita gente também erra, deixar tudo em aberto. Ah, então se um dia você tiver um cliente, é só para você saber que eu trabalho com esse produto X. Não, gente, puxa o gatilho do retorno para ele. Fulano, hoje você tem algum projeto em

andamento que casa com com o que eu acabei de te falar? Oh, tenho não sei o quê. Posso analisar para ver se realmente cabem? Então você já pergunta para ele na hora. você tá ali ajudando ele, você tá passando informações preciosas para ele, nada melhor do que ele te devolver [música] falando se

ele tem projetos naquele momento. E é aquele cenário que quando eu falo de gatilho do retorno, que é o que a gente usa muitas vezes com o cliente, se você visitou um arquiteto pela primeira vez e ele falou: "Olha, nesse momento eu não tenho projeto", OK, normalmente, quantos projetos você faz por mês?

Quando que eu posso te retornar, que talvez você tenha um projeto pra gente poder sentar para conversar? Ah, daqui dois meses. Daqui dois meses você já tá ou no prazo da segunda visita com ele ou de você no mínimo retornar. Mas sempre quando você entrega algo [música] para alguém, que é a questão

de reciprocidade, é natural que ele queira te devolver se aquela tua visita fez sentido para ele. Se você foi lá também, só para encher linguiça, não vai fazer sentido nenhum. Mas se você ensinou ele tecnicamente, ele naturalmente vai querer te ajudar também, porque você vai ter passado segurança [música] e para ele é

muito bom que tenha um parceiro seguro na obra. Mas se você explicou e ele fala: "Olha, nesse momento eu não tenho projeto, quando eu posso te retornar para ver se tem, para ver onde eu consigo te ajudar?" Aí sim, o que que você tá fazendo? Você está conduzindo o retorno. Se ele vira

para você e fala assim: "Olha, daqui um mês [música] e você retornar dali um mês, o que que vai acontecer?" Ele não vai achar o incômodo porque foi o combinado que você fez com ele. Isso aí eu já falo em outros vídeos. Isso aí é técnica de venda, mas eu sempre falo que

é o seguinte, muita coisa que a gente pratica com o cliente final, quando a gente traz pro [música] cenário de arquitetura ou de engenharia, é igualzinho. São os é o mesmo formato. Você sabe por quê? Porque isso não é técnica de venda, isso é técnica de relacionamento humano. Vendas, ele é uma parte

disso. E vendas a gente tá vendendo o tempo todo, por isso que ele mescla [música] muito quando a gente fala de relacionamento humano e de vendas, porque se mistura muita coisa, porque você sim tá lidando com a as emoções, os desejos das pessoas e isso é normal de acontecer. Então você pegou a

ideia, [música] sempre que você terminou uma reunião com o arquiteto, você vai perguntar sobre o projeto e se ele entendeu e se [música] ele gostou de você, na hora ele vai te entregar. Eu canso de visitar arquitetos, de dedicar a minha atenção exclusiva para ele, de sentar com a ideia de como eu

posso ajudar ele. Eu não entro com a ideia de como que eu vou pegar um orçamento, ah, como que eu vou ganhar dinheiro com esse parceiro. Eu não entro com essa ideia. Eu entro com o intuito de como que eu ajudo esse profissional e eu entrego ali o que eu tenho para entregar.

Quando termina, muitas vezes o arquiteto vira para mim e fala assim: "Olha, tem um projeto aqui que talvez seja a cara de vocês". [música] E aí é normal, surge o projeto no término da visita. E aí então um outro pontinho só pra gente terminar aqui, tá? Sabe o que que você vai fazer?

Não deixa ele enviar o projeto depois pede para ele [música] enviar na hora. Você sabe por quê? Ah, vou te enviar o projeto. Consegue pegar o celular aí agora? Você tá com ele no WhatsApp? já me envia agora, porque a gente já começa a analisar ou já vou mandar para um setor da

empresa aqui para começar a analisar, para não deixar esquecer, para não deixar esfriar, porque muitas vezes você vai terminar a reunião, aí ele vai olhar pro celular dele, principalmente se é uma reunião longa, ele vai olhar pro celular dele e já vai ter aquele monte de mensagem, aí sabe o que que vai

fazer? Ele vai esquecer. Então não deixa acontecer isso. Já fala com ele, olha, não, não tá com ele aqui agora, tá? Então amanhã eu te retorno. Acabei de falar sobre conduzir o retorno. [música] Amanhã eu te retorno. Daqui dois dias eu te retorno para você me enviar. Pode ser, pode. E aí sim

você tá com a faca e o queijo na mão para começar realmente o relacionamento com ele. Fechou? Espero que tenha feito sentido para você o vídeo. Comenta, curte, compartilha o nosso canal. É muito importante que o YouTube entenda aquilo que eu quero entregar. E é isso aí, galera. Tamo junto. Até a próxima.

M.

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